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“Rogue One” Me Tomou de Assalto

Não era um grande entusiasta deste spin-off de Star Wars. Me parecia ter apenas a intenção de arrecadar polpudas bilheterias e manter a “chama” dos fãs acesa para o Episódio VIII, que chega no fim de 2017.

Talvez por isto, o impacto tenha sido tão grande.

Não estava esperando o desprendimento que este filme tem, em comparação aos outros da série. Desde o começo, isso já fica claro. É um filme coeso com o que se espera de uma história de Star Wars, porém, com contornos que ainda não haviam sido trabalhados nos filmes anteriores. Nele, as situações não são tão antagônicas, pois nem tudo é tratado no modo “8 ou 80”. E isso dá um brilho para que estes personagens sejam lembrados com carinho na cronologia SW.

Lógico que os clichês estão lá. Lógico que Vader tem uma presença assombrosa no filme. Mas não esperava a forma simples e efetiva como todo o filme se desenrola. Me espantou a liberdade criativa dada para este filme. E lembrem-se que estamos falando de uma produção Disney, então qualquer coisa diferente do padrão já salta aos olhos de quem está acostumado com a pasteurização usual.

Por isso que valeu tanto a pena. Desculpe “Episódio V”, mas “Rogue One” veio e tomou o seu lugar de assalto.

Vai ser difícil um outro filme da saga bater este.

Written by Rafael Tavares

Cada ano mais chato.
Vejo de tudo, mas isso não significa que gosto de tudo o que vejo.

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